quinta-feira, 21 de setembro de 2017

POLICIA FEDERAL: A LEI É PARA TODOS

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Sem duvidas, este consegue ser um dos longas mais polêmicos do ano, se não da história do cinema nacional. O motivo é bem simplório: ele aborda a origem da operação "Lava Jato", que até o momento parece que vai durar muito mais do que a série dos "Simpsons". Porém a grande questão que acercou o longa, foi a de que "como diabos eles já vão levar algo pro cinemas, que é recente e vemos capítulos da mesma constantemente nos telejornais?". Foi ai que o diretor Marcelo Antunez ("Até Que A Sorte Nos Separe 3") procurou misturar um pouco de "CSI", uns focar em quesitos pelos quais a imprensa não abordava na operação, e voa lá, temos o filme "Policia Federal: A Lei é Para Todos".

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O filme começa abordando que desde o inicio dos tempos existia corrupção no Brasil, desde quando Pedro Cabral chegou em nossas terras, até os dias atuais. Então somos apresentados a uma massiva operação de trafico de drogas, liderada por Julio (Bruce Gomlevsky), cuja medida que a mesma avançava, acabou tendo ligações diretamente com o doleiro Alberto Houssef. Conforme a mesma foi se expandindo, eles acabam descobrindo que existe um imenso esquema de corrupção envolto a empreiteiras e grande parte de partidos políticos, inclusive ao ex-presidente Lula.

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Como todo longa, temos que ter um protagonista e aqui a trama procura focar nos personagens de Gomlevsky e Antonio Calloni, que são os cabeças da operação, e estão bem nos papéis. Agora quando a trama começa a focar no Lula, o ator Ary Fontura transformou o arco do mesmo em uma comédia, pois sua atuação foi basicamente tentar imitar aquele e não acabou ficando algo sério, mas sim engraçado (pra se ter uma noção, ele sendo interrogado e falando "não sei de nada", tira risos de qualquer um, aquém dele lembrar o Gru com seus Minions (que são os sindicalistas), da animação "Meu Malvado Favorito"), além do fato de ter dez dedos e não nove (sim, n. Agora o que o longa insiste é aplicar cenas desnecessárias envolvendo o juiz Sergio Moro (Marcelo Serrado), onde o nome sequer é mencionado verbalmente, mas sempre 

Muitos acusam o longa de ser partidário, porém como o mesmo aborda em diversos momentos, o foco aqui é a investigação da Policia Federal, onde consequentemente acabou englobando vários partidos políticos e aparentemente quem é fanático pelo Lula ou filiado a alguns dos partidos envolvidos, vai entender o filme de forma errada. Claro, ele tem seus erros, como entupir de frases de efeito barato, colocar sequencias de ação, onde sabemos que não teve. Mas afinal de contas, se fosse feito em qualquer país, iriam fazer da exatamente da mesma forma.

"Policia Federal: A Lei é Para Todos" é um bom filme, que serve pra quem curte politica e se interessa sobre o quadro politico nacional e gosta de apoiar o nosso cinema (que vem melhorando conforme os anos). 

Obs: Não é filme da Marvel, mas tem uma cena pós créditos, onde temos a ponte pro próximo filme (que inicialmente eram previstos três, mas pelo visto vão ter uns dez, a medida que a operação cresce). 

Nota: 7,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

sábado, 16 de setembro de 2017

TEM NA NETFLIX: TEMPO DE MATAR

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Já havia assistido este longa há certo tempo na plataforma, porém somente agora tive um tempo hábil para comentar a respeito dela. O principal foco foi que ela foi lançada em 1996, em meados pós julgamento do jogador O.J. Simpson, onde um caso de assassinato se tornou um caso de racismo, que resultou em sua liberdade. Aqui temos um enredo que toca bastante neste assunto, onde um homem (Samuel L. Jackson) é acusado de assassinar o homem que sequestrou e abusou de sua filha de 10 anos, e atirar em um civil. O advogado escalado para defende-lo é Jake (Matthew McConaughey, bem antes de "O Poder e a Lei" brotar na sua filmografia), que junto de sua assistente Ellen (Sandra Bullock), tenta inocenta-lo diante de um tribunal extremamente racista.

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A direção é de ninguém menos que Joel Shumacher (que hoje não dirige mais bons filmes), onde ele soube dosar a inserção de momentos de suspense e drama, onde em momento algum soa como uma novela ou algo extremamente inóspito. Alguns momentos em que McConaughey e Jackson contracenam juntos, vemos o quanto ambos são realmente bons e que mesmo não chegando a emocionar, torcemos pra vitória de ambos. Já no terceiro ato, o longa já parte pra tocar em assuntos mais delicados ainda, como uma gangue de Klus Klus Klam (que são liderados por ninguém menos que Kiefer Sutherland, o Jack Bauer de "24 Horas") que tenta resolver os casos com as próprias mãos. Agora pra não perder a simpatia, mais uma vez temos Kevin Spacey como o "sacana do longa", e ele ta bem nisso (afinal, acho que ele nunca esteve ruim nesse papel)

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"Tempo de Matar" é uma ótima pedida, que ta há certo tempo perdida no catalogo da Netflix, e muitos cinéfilos atuais jamais tinham noção da existência deste filme, que consegue nos prender muito mais do que qualquer filme lançado diariamente na plataforma. RECOMENDO!

Nota: 10,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

ANNABELLE 2: A CRIAÇÃO DO MAL

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Quem me conhece, ou acompanha o blog há certo tempo, sabe meu desdenho em cima do longa "Annabelle", que até o momento é um dos piores filmes que vi na vida. Fato se comprova com o tempo pelo qual demorei para assistir a essa sequencia, que se trata de uma trama de origem da boneca. Tendo em vista tamanha bomba que era o primeiro, tudo aqui mudou (com exceção do roteirista, infelizmente), principalmente o diretor, que agora chamaram o ótimo David F. Sandberg ("Quando as Luzes se Apagam"), que já demonstrou em seus filmes antecessores que sabe como trabalhar o desenvolvimento previsível em um longa de terror (afinal não existe mais novidade no gênero).

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A história começa anos atrás do primeiro, onde a principio vemos um grupo de garotas órfãs, que depois que seu orfanato é fechado, elas vão morar em um local bastante deslocado, onde a família perdeu a única filha em um acidente anos atrás. Só que a medida que as mesmas vão investigando o que tem na casa, estranhas assombrações vem acontecendo, e tudo acaba acarretando justamente para a boneca Annabelle. 

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Primeiramente gostaria de destacar o enorme talento da jovem atriz Talitha Eliana Bateman, onde o arco envolvendo sua personagem é o destaque da trama, e o desenvolvimento dela não só é bem abordado, como ela convence o tempo todo de que é uma criança sofrendo de poliomelite. Já a segunda atriz a chamar atenção é Lulu Wilson, onde o arco envolvendo a sua personagem entra num segundo plano, onde Sandberg faz questão de fazer um breve e notório contraponto com os olhos da boneca, com os da atriz, mediante o que ta rolando. Quanto ao resto do elenco, eles estão bem, a medida do que lhes é proposto.

Agora o que todo mundo quer saber: o filme da medo? Francamente não! É mais um daqueles novos estilos, onde parece que vai ter algo, mas não tem, e quando vai ter nós já sabíamos. Fora outros clichês do gênero, que muitos já se cansam de ver. Mas assim como é apresentado nos carros chefes, "Invocação do Mal", o foco de "Annabelle 2: A Criação do Mal" é contar uma história, ao invés de assustar seu público demasiadamente. 

Obs: tem uma cena pós créditos com ligação ao próximo filme do universo "Invocação do Mal".

Nota: 7,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

sábado, 9 de setembro de 2017

DUPLA EXPLOSIVA

Dupla Explosiva : Poster

Dois caras com personalidades distintas, acabam se unindo para lidar contra um poderoso chefão do crime. Essa premissa rola com quase 40% dos longas de ação lançados anualmente nos cinemas, onde em cada um desses casos a equipe tem que saber trabalhar um único quesito: o diferencial na narrativa. Nesse quesito "Dupla Explosiva" soube e muito bem lidar, pois é um filme onde vemos um crossover que dificilmente o cinema irá nos propor: Nicky  Fury e Deadpool. 

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A história é bem simples, e remete e muito aos longas de Luc Besson (como "Carga Explosiva" e "Taxi"), onde depois do agente Michael (Ryan Reynolds), falhar em uma missão, ele acaba largando o serviço secreto para trabalhar como guarda costas de diversas pessoas importantes. Porém um dia ele recebe um telefonema de um ex-namorada (Elodie Yung), para levar o matador Darius (Samuel L. Jackson), ao tribunal, onde irá depor contra o Presidente da Russia (Gary Oldman), que é acusado de corrupção. Só que obviamente durante a viagem, rolam muitas desventuras com a dupla.

Digamos que por mais previsível que seja este "road-movie", o principal foco no roteiro de Tom O'Connor, é executar uma verdadeira sátira a diversos longas (principalmente ao clássico "O Guarda Costas"), aos quais os cinéfilos mais atentos notarão constantemente, inclusive durante as brincadeiras realizadas por Reynolds e Jackson (que tiram sarro inclusive dos próprios sucessos, como "Triplo X" e "Deadpool"), que possuem uma ótima química juntos. Mas quem rouba a cena mesmo, é a Selma Heyek ("Era Uma Vez no México"), que mesmo aparecendo pouco, é impossível não gargalhar com todas as suas cenas (que também satiriza outros de seus papeis no cinema).  

A direção de Patrick Hudges ("Os Mercenários 3") é boa, perante ao material que ele possui em mãos. Ele evita ao máximo ficar balançando a câmera o tempo todo, procura focar homeopaticamente quando inserir o humor e a ação. Apesar disso "Dupla Explosiva" não pode ser definido como memorável, mas é um divertido filme que apesar de previsível, consegue render bons momentos e risadas durante seus quase 120 minutos. RECOMENDO! 

Nota: 8,0/10,0
Imagens: Reprodução da Internet 

ATÔMICA

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Digamos que até o momento a adaptação da Hq de Antony Johson e Sam Hart, rotulada de "Atômica" é o longa mais "corajoso" que vi este ano nos cinemas. O motivo é bem simples: pela primeira vez que temos um blockbuster de qualidade, onde a protagonista é uma mulher e lésbica (literalmente fugindo de quaisquer padrões apresentados pela industria, que ultimamente só vem jogando isso pro público nas formas mais genéricas possíveis). Sim, a escolha de Charlize Theron ("Mad Max: Estrada da Fúria") para o papel de Lorraine foi a melhor escolha, pois é impossível imaginar outra atriz tão "mother fucker" pra esse tipo de personagem.  

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O enredo tem inicio em meados de 1989, bem na época que envolve a queda do muro de Berlin. Bem perto do mesmo, um agente do M16 possuía uma lista que envolvia os mais preciosos segredos de agencias de segurança mundial. Só que ele acaba sendo assassinado, fazendo a mesma correr o risco de cair em mãos perigosas. É quando escalam a agente Lorraine, para resgatar a mesma, em uma missão a lá 007.

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Quaisquer semelhanças com o personagem John Wick (vivido pelo Keanu Reeves), são mera coincidências, pois o diretor David Leith, auxiliou na direção do primeiro filme deste. Logo, a personagem de Theron, além de possuir o mesmo preparador que o próprio Reeves, possui algumas características semelhantes, como a eximia pontaria e habilidade de meter a porrada em quaisquer pessoas que atravessem seu caminho. Só que diferenciando aquele, o enredo da trama acaba vindo em primeiro lugar, e a porrada entra em segundo. Quanto ao terceiro plano, ele é regado pelo romance desta com Delphine (Sofia Boutella, de "A Múmia"), que em contexto geral só ta no filme pra "quebrar o padrão" mencionado no primeiro paragrafo, pois fora isso a personagem de nada serve pra narrativa ou pra trama em si (ela basicamente revive a sua "Múmia", no meio da pancadaria). Outro personagem que é extremamente mal explorado, é o de James McAvoy, onde a própria narrativa acaba o deixando completamente previsível.

Voltando a direção de Leith, o cara sabe muito bem executar o trabalho de direção, porque ele nos prende em todas as sequencias de ação e pancadaria (que em comparação com seu longa antecessor, são muito menores). Por ventura, um recurso que ele soube muito bem explorar, é a trilha sonora, onde o repertório que inclui músicas de "David Bowie" e "The Queen" acompanham corretamente o andar da trama (lembrando e muito o recente "Em Ritmo de Fuga"). 

"Atômica" consegue ser um ótimo divertimento para os fãs de ação, e servir mais uma vez como um chamariz para o nome da atriz Charlize Theron nos longas do gênero. Se você gostou de todos os longas dela de ação, e principalmente dos dois John Wick, esse longa é uma obrigação para você! 

Nota: 7,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

domingo, 3 de setembro de 2017

JOÃO O MAESTRO

João, o Maestro : Poster

Por ventura, ouvi há umas semanas na rádio Bandeirantes, uma entrevista com o maestro João Carlos Martins, que é considerado o maior compositor da história do Brasil e se igualou a grandes nomes da música mundial como Ray Charles. Ao final da mesma, foi mencionado que seria lançado algumas semanas posteriores, um longa sobre sua vida. Com o pouco tempo hábil que tenho para ir aos cinemas nas últimas semanas, consegui uma brecha para conferir ao mesmo, que teve a direção de Mauro Lima ("Meu Nome Não é Johnny"). Por ventura, a adaptação conseguiu mostrar de forma digna o que o Maestro enfrentou desde pequeno, para alcançar o status que hoje lhe pertence. 

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A trama é dividida em quatro atos, onde acompanhamos ele na infância (Davi Campolongo), quando ele já demonstrava ser bem experto com relação ao entendimento e rapidez no aprendizado com as partituras, na adolescência (João Pedro Germano), pelo qual se apresentava como pianista principal em alguns espetáculos. No inicio da fase adulta (Rodrigo Pandolfo), em que começou a realizar importantes apresentações fora do Brasil, e na fase atual (Alexandre Nero), onde ele resolveu retornar aos holofotes depois de anos afastado. 

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Divergindo do estilo apresentado em "Bingo" (que era uma produção MUITO maior), aqui temos um embalçamento mais resumido do que João enfrentou em vida. Sim, seu amor pelo time da Portuguesa é apresentado (chegando a servir de alivio cômico), assim como todas as adversidades que ele passou, desde a embolia pulmonar, a paralisia nas mãos (abordada constantemente na narrativa) e o traumatismo que ele possui no cérebro (que lhe causou diversas sequelas na fala). Sim, o ponto forte do longa são as interpretações do Maestro, onde digamos que os seus quatro interpretes, estavam bem. Apesar de que quando o longa apresenta o arco guiado por Pandolfo o longa decai um pouco na narrativa, e meio que parece que ta rolando outro filme (principalmente quando são intercalados com as arcos envolvendo o lado mulherengo de João). Inclusive quando ele divide a cena com a péssima Fernanda Nobre (que vive a sua primeira esposa), que não possui expressão alguma. Só que quando somos apresentado ao mesmo já na fase adulta, no inicio dos anos 90, em que ele estava voltando ao ritmo, o longa começa a recuperar aquela simpatia que disponibilizava no inicio. 

"João O Maestro" é uma sinal para os desavisados de plantão que o Brasil possui excelentes histórias que podem ser contadas pelo nosso cinema, em uma época onde 'Youtubers" e "metidões de plantão" dominam as telas. Pra quem não conhecia tudo o que este musico viveu, e ouvir ele toca-lo posteriormente, fica o aviso que isso chega a emocionar muito mais do que qualquer "See You Again". 

Nota: 7,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet

quinta-feira, 31 de agosto de 2017

A NOITE É DELAS


Um(a) protagonista vai se casar, e resolve reunir as amigas(os) para curtir uma despedida de solteira(o), só que tudo começa a dar merda logo nas primeiras horas delas(es) juntas(os). Sim, você já deve ter visto algum filme assim, independente do sexo dos protagonistas, pelo menos umas 10 vezes nos últimos três anos, ou melhor, desde que saiu o primeiro "Se Beber Não Case!", em 2009. Só que essas cópias lançadas posteriormente tem um enorme aquém, com o longa de Todd Phillips: são meras reciclagens de outros longas, e é basicamente isso que ocorre em "A Noite é Delas". 

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A principio vemos uma grupo de amigas zoeiras na época da faculdade, onde já denotamos os perfis mais típicos: A bonitona (Scarlett Johansson), a amiga gordinha (Jillian Bell), a feminista (Llana Glazer), e a certinha (Zoe Kravitz). Com um pacto de continuarem se falando depois da formatura, as mesmas resolvem se juntar para a despedida de solteira da primeira. Obviamente que no reencontro delas, uma nova mulher surge nesse grupo (Kate McKinnon) e que tudo isso daria bosta em algum momento, e as criaturas conseguem a proeza de matar um stripper. 

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A principio o roteiro de Lucia Aniello (que também assina a direção) e Paul W. Downs (que vive o noivo de Johansson), brinca constantemente com a campanha de Hillary Clinton (cuja Scarlett também auxiliou na campanha exatamente com o MESMO VISUAL visto neste longa (sei que ela devia estar filmando o mesmo na época, mas foi bem tendencioso tudo isso)). Porém depois dos 10 minutos, a pornochanchada entra em cena, e então só vemos piadas envolvendo todo tipo de escatologia, referencia de outros filmes, fora os diversos arcos aleatórios e completamente desnecessários incluindo a breve participação de um casal de tarados vividos pela Demi Moore e Ty Burrell (que devem ter topado pelo cache), e de um arco constrangedor envolvendo o noivo da protagonista. 

"A Noite é Delas" é constrangedor, cansativo e uma ofensa pra quem curte uma ótima comédia, depois de uma semana ou um dia de estresse. EVITE!!

Nota: 1,5/10,0
Imagens: Reprodução da Internet